Uma verdadeira loucura o que ocorreu e/ou tem ocorrido no Partido Liberal de Mato Grosso do Sul nesses últimos anos.
A direção nacional do partido, ou seja, o ex - presidente Jair Bolsonaro e o ex - deputado federal Valdemar da Costa Neto destituíram da presidência regional do partido o deputado federal, Marcos Polon, a entregou ao primeiro suplente de senador Aparecido Portela e em setembro de 2025 repassou o comando ao ex - Governador e pré - candidato a senador, Reinaldo Azambuja.
Na sequência, num ato político em dezembro do ano passado em Brasília ( DF ) sem a presença de Reinaldo Azambuja o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, filiou o ex - deputado estadual Capitão Contar como pré - candidato a senador nas eleições desse ano.
Nesse intervalo, sem consentimento das lideranças nacionais e/ou regionais, o deputado federal Marcos Polon lançou pré - candidatura a senador e tudo levava a crer que ele teria que sair do Partido Liberal para disputar o referido cargo, porém, sábado, 28, a ex - primeira dama, Michele Bolsonaro ( PL ) visitou seu esposo na cadeia e em seguida divulgou uma carta escrita a mão por Jair Bolsonaro, onde ele deixa claro que seu pré - candidato a senador em Mato Grosso do Sul é o deputado federal Marcos Polon.
Interessante ressaltar que na semana passada a imprensa e/ou mídia nacional divulgaram anotações da agenda do pré - candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro ( PL ) sobre a estruturação da campanha eleitoral nos Estados e no Mato Grosso do Sul, especialmente, ele reforça " recall para o Capitão Contar que está melhor nas pesquisas em relação aos seus adversários."
Em outras palavras, faltam sete meses para as eleições e o Partido Liberal de Mato Grosso do Sul ainda não definiu quem realmente disputará o cargo de senador e, claro, isto poderá comprometer seu desempenho nas urnas por falta de uma boa comunicação com eleitores bolsonaristas porquê suas lideranças políticas não sabem o que quer.
